A arte existe pela arte, sem propósito, pois nenhum propósito perverte a arte. No entanto, a arte alcança um objectivo que não é intrinsecamente seu.

Benjamin Constant

sábado, 19 de abril de 2008

Belémcast

Boas tardes!

A Visita a Belém já foi ontem e dentro do possível tudo correu às mil maravilhas.
Com tudo já foi explicado (ver abaixo), não me vou alongar mais sobre o porquê de termos ido com apenas uma turma, vírgula dois (estes dois, os nossos fiéis colegas de turma que foram). O que é certo é que fomos poucos mas bons.

Não tivemos tempo para dar uma voltinha por Belém para mostrar os jardins e restantes monumentos (nem muito menos para nos consolarmos com uns belos de uns pastéis) como gostávamos mas, de certa forma, acho que o Museu Berardo nos encheu as medidas e, principalmente, serviu-nos de um óptimo suporte para a disciplina de História.

Não conseguimos também tirar muitas fotografias, no Museu não podiamos (ou assim o pensámos) e, como já referi, tivemos muito pouco tempo lá fora, mas foi divertido e o que conseguimos da experiência também não fica excelentemente representado em fotografias.



Esperamos, no entanto, ter feito o melhor possível aqui:

Podcast - 2 - Belémcast




Para mais informações sobre o CCB e o Museu Berardo: cliquem aqui e aqui, respectivamente.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Relatório

Visita à Estufa Fria



Se ao relatarmos a nossa visita ao Museu do Teatro usámos a frase “um paraíso no meio da confusão”, ao falarmos da Estufa Fria só podemos fazer referência a um outro tipo de paraíso, este, um paraíso isolado de toda a confusão.

Com efeito, ao entrarmos na Estufa Fria a primeira sensação que tivemos foi a de termos viajado para um mundo à parte, um universo paralelo protegido por uma enorme redoma de vidro.

Chegámos por volta das 15h00 e ao passarmos pelo Parque Eduardo VII, ao olharmos para a estátua do Marquês, começámos a perceber que o cenário estava, literalmente, a mudar de figura e que a poluição lisboeta nos estava a passar despercebida.

Muito perto da entrada para a Estufa há um parque infantil em forma de galeão ao qual tentámos tirar fotografias e filmar, o que nos foi infelizmente recusado. Não obstante, é um sítio muito bem localizado, aconchegante e ideal para as crianças brincarem. Do outro lado, mesmo junto à Estufa, há um grande lago com uma grande variedade de animais, dos quais se destacam os numerosos patos e carpas. O verde e a natureza são uma constante.

Para entrarmos, a Daniela e a Manuela pagaram 1,61€, eu, como tinha Cartão Jovem, paguei apenas 0,81€. Fomos muito bem recebidos e, como já tinha referido, ao entrarmos parecia que estávamos a chegar a um mundo diferente. Havia plantas por todo o lado, o cenário era muito semelhante a o de uma selva mas o ambiente em questão era muito pouco selvático. Não nos sentíamos no meio imprevisível que uma floresta desconhecida garante, pelo contrário, sentíamos protegidos, como num santuário, à vontade para explorar, ouvir, ver, cheirar e, claro, tirar muitas fotografias*.

Andámos assim por volta de uma hora, a querer passar em todas as passagens, todos os lagos e cascatas para não deixar nada por ver; da Estufa Fria (propriamente dita) passámos para a Quente e depois para a Doce, onde nos maravilhámos com a quantidade e a dimensão dos cactos (e familiares) que encontrámos.

Para completar o trabalho de campo, achámos por bem entrevistar um dos funcionários. Escolhemos a senhora que guardava as casas de banho que, após alguma contestação e na condição de não ser filmada, acabou por responder a algumas perguntas. Insatisfeitos com a privação do componente visual da entrevista, pedimos a outra funcionária, desta vez a senhora das bilheteiras, que nos disponibilizasse alguns minutos. Esta aceitou imediatamente e assim vimos o nosso dever cumprido.

Depois do tempo que passámos neste recanto de Lisboa, a expressão “florzinha de estufa” ganhou um significado completamente diferente, quem nos dera ser uma daquelas plantas exóticas ou um daqueles riachos pelo menos uma vez por semana!


Catarina Lino


*Mais uma vez as fotografias encontram-se expostas no canto superior direito desta página


segunda-feira, 7 de abril de 2008

Vamos a Belém!

Boas notícias! A Visita de Estudo foi aprovada e, no próximo dia 18 de Abril, vamos a Belém.

A partida vai ser às 9h da manhã e a chegada por volta das 17h30.


Em Belém pretendemos cumprir o seguinte itinerário:

almoço no Jardim do Ultramar, passeio pelos locais de interesse da cidade e às 15h visita guiada ao Museu Colecção Berardo.




Aguardem para mais informações!


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CORRECÇÃO: Devido à falta de cooperação e/ou aderência à Visita por parte da grande maioria da nossa turma (E3), decidimos, e porque não era logisticamente possível doutra maneira, ir a Belém só na parte da tarde. O grupo, alguns elementos da turma e o D3 partirão assim da escola às 14h.

domingo, 2 de março de 2008

Apresentação, Visita de Estudo e Gulbenkian

Não trazemos, infelizmente, grandes novidades sobre a Visita de Estudo a Belém, a proposta já foi, depois de cuidadosamente planeada, entregue e agora aguardamos ansiosamente pela resposta. Façam figas!

Enquanto isso, estamos a concentrar todos os nossos esforços na apresentação final do 2º Período que se realizará no dia 10 de Março. Contamos conseguir acabar por completo um caderno promocional (em príncipio o da Fundação Calouste Gulbenkian) que sirva de exemplo para os outros todos que o irão seguir. Para além disso planeamos também apresentar uma pequena amostra das filmagens que viemos a captar ao longo das nossas (re)visitas por Lisboa fora. De resto, cabe-nos preparar a oralidade e a retórica e esperar pelo melhor.

E assim, sem mais a acrescentar, deixamo-vos com as impressões do Sérgio relativas à Fundação Calouste Gulbenkian*:


Fundação Calouste Gulbenkian

Membros presentes: Ana Catarina Lino, Sérgio Salvação e Miguel Isaac


Data da visita: 09/01/2008


Propósito da visita:

Investigar qual o interesse artistico-cultural da Gulbenkian, quais as suas ofertas em termos de lazer e descontracção e qual o estado do local.


Descrição:

Quando chegámos, apesar de todos nós estarmos familiarizados com o local em questão, não nos deixamos de espantar pela forte presença de natureza.

Os jardins estavam bem cuidados, as águas limpas e as paredes desprovidas de grafitis dão ao local uma óptima apresentação, assim como uma sensação de calma e quietude, mesmo ao lado da estrada. Por momentos, é possível esquecer a vida citadina e fazer parte do mundo do campo, desfrutando de um serão sozinho ao ar livre; ou, se for o caso, pode-se também visitar o Café/Restaurante para se ter uma refeição agradável na companhia de amigos e colegas.

Em questões culturais, tal como se pode constatar através dos folhetos distribuídos na recepção, a Fundação Calouste Gulbenkian é provavelmente dos sítios mais dinamizados nestes termos, oferecendo uma variedade de concertos, exposições e actividades, para todas as idades, e a preços muito acessíveis (com grandes descontos para jovens, podendo até aproveitar-se uns bilhetes grátis para certos eventos).

Apesar de todas as qualidades, houve infelizmente uma surpresa desagradável; ao tentar realizar uma entrevista, o grupo deparou-se com um elemento da Fundação que não só os proibiu de realizar a entrevista (o que não foi má-vontade, pois era uma questão de cumprimento de regras) como foi mal recbido e posteriormente atendido, dando uma má imagem à Fundação. Houve, num entanto, uma funcionária que teve a amabilidade de se deixar entrevistar, de modo que conseguimos reunir informações gerais sobre o local e sobre os seus visitantes.

Concluindo, apesar de um encontro desagradável com um dos elementos da Fundação, no qual não se pode julgar toda uma equipa de funcionários, é da opinião do grupo que a Fundação Calouste Gulbenkian se encontra em óptimo estado, oferecendo uma excelente fonte de cultura, arte e lazer, e que vale a pena visitar por qualquer uma das razões.


Sérgio Salvação



*Mais uma vez as fotografias encontram-se expostas no canto superior direito desta página

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Podcast - o primeiro

Aqui está, finalmente, o nosso primeiro podcast:

Esperemos que tenham gostado, não se esqueçam de comentar.
Fiquem connosco!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

De volta.

Em primeiro lugar gostavamos de nos desculpar pela nossa (tão) prolongada ausência. O que aconteceu foi o culminar de dúvidas, incertezas e pouca preparação teórica, com novas regras e expectativas que surgiram na disciplina e que foram, inevitavelmente, atrasar o nosso trabalho no Blog.

Mas como disse, estamos de volta! E para (re)começar vamos voltar a falar do Museu do Teatro, desta vez com um comentário crítico sobre a visita que lá fizemos.

Sem mais demoras:

Museu Nacional do Teatro



O Museu Nacional do Teatro foi oficialmente criado em 1982 e inaugurado em 1985, em Lisboa.

Este museu situa-se no Lumiar, junto à Calçada de Carriche, num local de pouca visibilidade. Talvez por isso, a maioria dos membros do grupo não fazia ideia da sua existência.

Para que pudéssemos ter acesso ao jardim pagámos 0.75€, um valor bastante abaixo daquilo que o jardim nos pôde proporcionar. O espaço envolvente do museu era enorme, todo cheio de grandes árvores que faziam daquele local um paraíso no meio de uma selva de carros e buzinas, que é a Calçada de Carriche. À entrada estava uma série de esculturas ao ar livre feitas através de materiais reutilizados. Mais à frente, havia um café com muito boas condições onde o grupo aproveitou para lanchar; lá fora havia um lago e uma fonte que estavam em relativamente bom estado; quando lá chegámos estava um rapaz a fazer a manutenção do jardim.

Aproveitámos para fazer umas gravações, apesar de alguns problemas com a máquina de filmar. Além disso tirámos fotografias* e depois, o grupo deixou-se aproveitar o que o local lhe oferecia, que foi um estado de espírito de paz, calma e tranquilidade que só um lugar tão rico em árvores e natureza pode proporcionar.

Na opinião do grupo este local não é mais frequentado, não por se encontrar degradado, mas por estar situado num local tão surpreendente e envolto de poluição, que acaba por ficar escondido; muita gente, como nós não tínhamos, não tem a mínima ideia de quão maravilhoso e grande é o Museu Nacional do Teatro.

Danila Cassamo



É isto por hoje, pessoal. Não deixem de visitar.

Estamos em vias de planear uma visita de estudo que, se for aceite, se irá realizar brevemente. Também para breve está a postagem do nosso primeiro podcast, bem como uma pequena apresentação dos membros do grupo!

* as fotografias tiradas no Museu do Teatro encontram-se em exposição no canto superior direito da página principal (->), em slide.

domingo, 9 de dezembro de 2007